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sexta-feira, 16 de março de 2012

Londres

                 Ahhh! Londres. Londres, sempre a mesma. Os ingleses não mudam. Parte verdade, mas eu diria que, pelo menos atualmente, na maior parte mito. Eles dizem estar tudo pronto para os Jogos Olímpicos em julho/agosto. Não duvido, mas a cidade é um canteiro de obras. Aliás, isto já havia me chamado a atenção quando se esteve aqui no verão passado e eles estavam anunciando festivamente o término oficial das obras um ano antes das Olimpíadas. A construção civil está a todo vapor: há muitos prédios sendo construídos, outros sendo reformados e o poder público realiza grandes obras de modernização e ampliação do metrô, "underground" ou "tube" como eles dizem, cuja conclusão só deverá ocorrer em 2021. Parece que, apesar da crise, ou talvez até por causa dela, estão aproveitando a realização dos Jogos de 2012 para incentivar a atividade econômica e realizar obras de que a cidade necessita. Sem dúvida que, de qualquer forma, Londres tem infra-estrutura, em termos de aeroportos (5 dentro de um raio de menos de 60 km), transporte público (a rede de metrô e trens suburbanos cobre toda a Grande Londres com eficiência, além dos famosos ônibus e táxis londrinos), hotéis, restaurantes, etc..., para realizar com sucesso as Olímpiadas de 2012.
                Mas as maiores mudanças em Londres são no aspecto sócio-econômico-cultural. Eu e a Vilma conhecemos Londres em 1989. Voltamos em 1993. Após quase 20 anos, voltamos novamente no ano passado e foi uma grande surpresa. Como era pleno verão, achei que fosse por causa das férias escolares. Mas agora é inverno, não há férias, nem feriados prolongados. Encontram-se por toda a cidade britânicos de todas as etnias, houve-se muitos idiomas, inclusive inglês. Por toda a parte vêem-se escritos em árabe, nas lojas, cafés, restaurantes, hotéis, etc... Indiscutivelmente, a cidade está cada vez mais cosmopolita, étnica, econômica, social e culturalmente. Isso é bom ou ruim? Difícil dizer. É a transformação que vem sendo experimentada pelas grandes metrópoles. Eu preferiria, se fosse possível, a Londres de quando a conheci, mas isto cheira a saudosismo de velho.
                 E o clima? O clima esteve ameno. Máximas em torno de 15 graus, sem chuva e sem vento e mínimas de até 0 grau, mas isto só na madrugada. Na minha opinião, melhor que no último verão quando a temperatura chegava aos 18 graus, mas chovia quase que diariamente.
                 O quê fizemos? Andamos de trem, metrô e caminhamos muito. Fizemos o passeio a pé clássico pela City de Londres (a Londres original cercada por uma muralha romana), fomos ao Portobello Road Market no domingo, visitamos o Jardim Botânico Real em Kew Gardens, próximo a Richmond, andamos pelo bairro onde está nosso hotel, Marylebone, fomos a um ou outro pub e foi isso aí. De resto, procuramos sentir o "clima" da cidade, o que sempre nos interessa muito.
                 Esta postagem está bastante atrasada. Estou fazendo-a desde Oslo, onde cheguei ontem, pois em Londres não tive tempo, nem disposição e energia para escrever. "Sorry", como dizem os ingleses.

sábado, 10 de março de 2012

Chegada à Londres

Chegamos às 7:30. Depois da migração, da alfândega, de tentar comprar um chip telefônico pré-pago, que não conseguimos porque estava sold-out na loja da Vodafone no aeroporto, e de "lutarmos" com uma máquina para comprar as passagens, tomamos o Heathrow Express para o centro de Londres. Pouco mais de 20 minutos depois descíamos na Estação Paddington. Aí conseguimos comprar o chip pré-pago e vivaaa! Agora temos Internet + 300 torpedos para o Reino Unido por um mês + um crédito de £10, o mesmo valor que pagamos, ou seja, o acesso à Internet e os torpedos ficam de "graça". Bem razoável, não? E gastamos para comprar, instalar no telefone e habilitar o chip cerca de 10 minutos e sem nenhuma formalidade; nem o nome te perguntam. Feito isto, seguimos a pé para o hotel, arrastando as "malinhas" como todo o mundo; às 10:15 estávamos já instalados em nosso apartamento do Marriott Marble Arch. Mas, nem tudo funciona como deve: tentamos fazer uma postagem da chegada à Londres quando estávamos no Heathrow Express que tem Wi-Fi, mas infelizmente o sinal era fraco e não conseguimos acesso à Intenet.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Etapa Preliminar - São Paulo

Chegamos a São Paulo ontem no voo JJ3296 da TAM. Pernoitamos em Guarulhos no Hotel Panamby. Estamos voltando para o Aeroporto André Franco Montoro (Guarulhos) para embarcar para Londres no voo BA0246 da British às 17:15.

quinta-feira, 8 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

Partimos Daqui a Uma Semana


                 Acabou fevereiro e estamos a uma semana do início da viagem. Partimos dia 08/03 e continuamos conforme o Roteiro.
                     Fevereiro foi  um mês  com  nível  de  atividade  geomagnética  até  razoável, mas  as condições meteorológicas no norte da Noruega foram na maior parte do tempo adversas à observação da aurora boreal, já que nevou e/ou choveu com bastante frequência e o céu esteve quase sempre encoberto. Estamos torcendo para que até chegarmos lá esta situação tenha se alterado radicalmente.
                        Por ora é isso. Até o início da viagem.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Um Mês para o Início da Viagem à Noruega...

... e um pouco mais para o início da "caçada". No momento, a ocorrência de auroras é discreta e não se tem tido céu de brigadeiro no norte da Noruega - tem estado muito nublado a maior parte do tempo nesta semana - mas esperamos que daqui a um mês o céu volte a estar limpo dia após dia, ou melhor, noite após noite, e a atividade geomagnética seja mais intensa.
                    Encontramos há alguns dias na Internet uma página do Space Weather Information Center, órgão do National Institute of Information and Communications Technology do Japão, que apresenta dados relativos à ocorrência de manchas solares de uma forma sumarizada e didática. O número de manchas solares nestes primeiros dias de fevereiro têm estado muito baixo, mas a média mensal que foi 91 em janeiro deve atingir 106 em março e continuar aumentado até atingir um máximo. Conforme os registros históricos, a atividade geomagnética na época dos equinócios costuma ser alta: foi assim no equinócio de setembro passado e esperamos que também o seja agora no de março.